Papiloscopistas da SSPJ-GO contribuiram na identificação de corpos de quadrilha

Fonte: A A A

No ultimo dia 10 de Janeiro foram identificados os corpos das vítimas carbonizadas na chacina de Nerópolis -GO. O primeiro a ser identificado foi o de Diolino Gonçalves Loiola, 44 anos, que possui cadastro criminal no sistema AFIS de Goiás. As demais vítimas são: Márcio Borges de Oliveira, 28 anos, Carlos Darlan Marques de Souza, 29 anos, e Priscila Camargo, 23 anos. A polícia suspeita que os quatro fossem integrantes de uma quadrilha que roubava cargas em Goiás, Maranhão, Tocantins, Distrito Federal e Minas Gerais.

Os corpos encontrados carbonizados às margens da GO-443, próximo ao km quatro, entre Nerópolis e Ouro Verde de Goiás, foram identificados por meio das digitais. Nenhuma das vítimas portava documentos. O trabalho foi realizado pelas papiloscopistas: Juliana Pabla, Camilla de Cássia, Mariana Siqueira e Simone de Fátima, sob a coordenação da chefe da divisão criminal, Maria Helena Romeiro, do Instituto de Identificação da Polícia Técnico-Científica de Goiás.

A identificação das vítimas é o primeiro passo para encontrar os autores do crime. Os corpos foram encontrados por um morador de uma chácara, que chamou a polícia. Ele contou que ouviu tiros e viu o fogo, mas, quando chegou ao local, os responsáveis pelo crime já tinham fugido. Os agentes encontraram sete cápsulas calibre 380 no local, com a identificação das vítimas, o leque de investigações aumenta.

Em Goiás, os papiloscopistas atuam na Superintendência da Polícia Técnico-Científica (SPTC) nos Institutos de Identificação, Criminalística e Médico Legal. Os papiloscopistas são responsáveis pelas identificações civis e criminais, perícias papiloscópicas, necro-papiloscópicas, laudos prosopográficos, retrato falado, bancos de dados civis e criminais, identificação em cadáveres ignorados e em avançado estado de decomposição e expedição de documentos como a carteira de identidade.

 

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