Polícia Civil e PM dão resposta rápida e prendem suspeitos de crimes em escolas

Em apenas 10 dias, forças policiais solucionam roubos na rede pública de Abadia de Goiás e Aparecida de Goiânia. “Foi uma ação efetiva e qualificada”, afirma o secretário de Segurança Pública e Administração Penitenciária, Ricardo Balestreri

A Secretaria de Segurança Pública e Administração Penitenciária (SSPAP), por meio das Polícias Civil e Militar, apresentou na manhã desta segunda-feira (10/04) as circunstâncias que levaram às prisões de suspeitos de terem cometido crimes em escolas da rede pública em Abadia de Goiás e Aparecida de Goiânia. Em apenas 10 dias, forças policiais solucionaram os casos.

“Esta ação foi rápida e qualificada”, disse o secretário de Segurança Pública e Administração Penitenciária (SSPAP), Ricardo Balestreri, durante coletiva de imprensa. Segundo ele, a ação integrada “demonstrou a competência das forças policiais”. Ele aponta que a Polícia Civil hoje é “exemplo para as demais forças no Brasil”. Sobre a PM, diz que “trabalhou pela prisão dos criminosos. É uma celebração da competência destas corporações”, resumiu.

Wellington Ferreira do Sampaio, de 18 anos, Matheus Pacheco Rodrigues, 21, e um menor de idade foram presos após ação da Polícia Civil, Delegacia de Investigação Criminal (Deic) e da Delegacia de Guapó. São eles os apontados de cometer o roubo em Abadia de Goiás, em 28 de março. “Foram localizados objetos, a máscara utilizada no crime, armas e um veículo roubado”, afirma o titular da DDP de Guapó, Arthur Fleury. “Todos também confessaram o crime”, pontua.

Lucas Henrique Silva, de 22 anos, e A. S. O., 17, são os suspeitos de roubos em Aparecida de Goiânia na Escola Estadual Nova Cidade, em 31 de março, Posto de Saúde do Setor Campos Elísios, além de um veículo Voyage prata no setor Buriti Sereno. Dois membros da associação criminosa seguem foragidos, mas já foram identificados e “serão presos em breve”, reforça o comandante do policiamento de Aparecida de Goiânia, tenente-coronel Renato Brum.

Escolas da Paz

Esta é uma resposta efetiva do programa “Escolas da Paz”, cujas discussões começaram imediatamente após os casos de roubos registrados em Goiás.  O objetivo é criar núcleos de segurança integrados por professores, pais, vigilantes, policiais civis, militares e guardas municipais.

“A intenção é estabelecer parcerias também com as prefeituras para fortalecer esses núcleos permanentes de segurança nas escolas, com a intenção de buscar soluções para debelar a violência”, disse o secretário.

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